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domingo, 8 de outubro de 2017

Post índice Holanda

 
 
Gosto de reunir em um único post todos os que se referem a um mesmo país, porque nem sempre consigo publicar em ordem cronológica os posts ou, às vezes, por falta de tempo (e porque o blog é meu hobby), demoro muito a publicar. Assim, reúno tudo em um único com os links para os posts respectivos. Vamos lá, então. Hoje é sobre a Holanda, mais especificamente Amsterdã e arredores.
 
Vou começar postando o nosso roteiro. Foram 12 dias entre Holanda (stopover) e Portugal.
 
 
Post 1- Roteiro
Post  2 - um pouco sobre Amsterdã
Post 4 - um post delicioso, que apresenta degustação de cervejas na Delirium Café
Post 5 - Rijksmuseum
Post 6 - Van Gogh Museum
Post 8 - Zaanze Schans
 
E aí? Curtiu? Qualquer dúvida só chamar que eu ajudo!
 
Abraços!
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 4 de junho de 2017

Porto - roteiro do primeiro dia

Nosso roteiro a pé pelo Porto - Dia 1

Depois de uma bela recepção no Porto, no Retiro dos Carvalhos (como contei aqui), caímos na cama e apagamos. No dia seguinte, eu e a minha irmã resolvemos tomar café na padaria da frente, cuja vitrine era repleta de delícias, e, se fosse barato, nem compraríamos nada no mercado.


O café custou 9 euros (dois sucos e duas torradas). Resolvemos ir ao mercado. Gastamos 6,80 euros para café completo para nós as duas para os próximos 3 dias! Adoro ir ao mercado quando viajo. Mas só quando viajo...



A vista da Rua dos Clérigos é demais! Aliás, a cidade é muito bonita.

Largo dos Loios


Café tomado, compras feitas no mercado, tudo devidamente acondicionado 'em casa', hora de por o pé na rua e desbravar o Porto. Começamos pelo Largo da Liberdade e seguimos até a Igreja de Santo Ildefonso.


Desde a igreja é esta a vista que se tem da Rua dos Clérigos.


A igreja foi construída a partir de 1730 e foi concluída em 1739. Foi dedicada a Santo Ildefonso de Toledo. Sua fachada é composta por duas torres com sinos e recoberta por azulejos portugueses que retratam a vida do santo, de autoria de Jorge Colaço.
Em seu interior, o teto é de madeira e os altares são neoclássicos, com características em rococó.





Dali saímos na direção à Biblioteca Municipal do Porto. No caminho, passamos pelo Teatro Nacional São João, com sua fachada clássica, na Praça da Batalha.


Em razão da pesquisa de mestrado, a visita à Biblioteca do Porto tinha um objetivo, tanto para mim, como para a minha irmã. Realizada a pesquisa, hora de voltar às ruas.

A viagem também serviu para pesquisar sobre patrimônio ambiental

O prédio é lindo e possui nas paredes diversos painéis em azulejaria portuguesa dos séculos XV a XVIII. Vale a pena observá-los.




Tomamos as ruas do Porto de novo e saímos sem rumo pela cidade antiga e suas vielas. Há prédios bem preservados, outros nem tanto. Porto é uma cidade acidentada. São muitas subidas e descidas para se enfrentar. Isso dá um cansaço...


Almoçamos na Tasquinha do Bê. Dali fomos ao Centro Português de Fotografia e terminamos o dia (e as forças) na Livraria Lello. Escreverei sobre eles nos próximos posts.

Centro Português de Fotografia

Livraria Lello
 O cansaço nos dominou. O dedo do pé da Andressa começou a doer de novo (ela tinha quebrado ele duas semanas antes de viajarmos, lembra?). Eu estava de saco cheio, só queria um banho, um sofá e um chimarrão. Fomos para 'casa'. Antes, porém, passamos numa padaria e compramos algumas delícias portuguesas para degustar (depois das 17h elas são vendidas com descontos, a gente adorou! #asmaispobres hahahaha).


E que mate bueno! Acabamos desistindo de sair para jantar. Comemos o que tínhamos comprado de manhã e capotamos. Precisávamos estar preparadas para o dia seguinte, cujo roteiro era bem maior!



sábado, 15 de abril de 2017

Holanda e Portugal em 12 dias - Roteiro


Essa viagem aconteceu sem muito - ou nenhum - planejamento. Havia um congresso em Lisboa para eu ir e, claro, aproveitei para ir antes e aproveitar um tempinho em terras europeias, que tanto amo. Convidei minha irmã para irmos juntas, pois ela nunca tinha ido para lá. Além disso, havia uns anos que havíamos viajado juntas ao Peru, como contei aqui, e já estava na hora de repetirmos a experiência. Detalhe: ela quebrou o dedo mindinho do pé duas semanas antes do embarque. Nada melhor do que curar um dedo quebrado caminhando na Europa, néam?

Esse post vai ser um resumo da nossa viagem. Nos próximos, vou relatar nosso dia-a-dia por lá. 



Período da viagem:

Viajamos entre 03 e 16 de outubro de 2015. Pegamos outono por lá.

De 04/10/2015 a 08/10/2015: Amsterdam
De 08/10/2015 a 11/10/2015: Porto
De 11/10/2015 a 15/10/2015: Lisboa (com Évora)

A parada em Amsterdam aconteceu por stop over (quando você 'abre' a sua passagem aérea e permanece em um local por alguns dias antes de seguir o seu destino final de forma gratuita). Diversas companhias aéreas promovem isso, como a TAP e a KLM. Como faz para conseguir isso? 

Bem, vou contar como eu fiz isso. Primeiro, eu pesquisei em saite qualquer de passagens os voos e anotei os números e as datas que me interessavam. Fui no saite da KLM e programei as datas, conforme as anotações que havia feito. Deu certo. O trecho entre Ams e Lis foi gratuito. E com isso, conheci Amsterdam (o plano inicial era ir até Santiago de Compostela, na Espanha, mas acabei visitando a Holanda). E não me arrependo! Aliás, recomendo.

Voos de ida:

* POA/GRU - LATAM - voo JJ3288 - saída 11h55min/chegada 13h35min
* GRU/AMS - KLM - voo KL792 - saída 19h15min/chegada 11h50min (+1d)
* AMS/LIS - KLM - voo KL1693 - saída 12h45min/chegada 14h45min



                                         Voos de volta:

* LIS/CDG - AIR FRANCE -  voo AF1195 - saída 18h35/chegada 22h05min
* CDG/GRU - AIR FRANCE -  voo AF454 - saída 23h30min/chegada 06h05min
* GRU/POA - LATAM - voo JJ3289 - saída 09h20min/chegada 11h

Foi a primeira vez que voei KLM e gostei bastante. Apesar de ser classe econômica, achei as poltronas mais espaçosas do que as da TAP, por exemplo. Tinha espaço suficiente para as pernas e as poltronas reclinam um pouco mais. Sim, só viajo na econômica!

A comida estava ótima. A equipe de bordo sempre atenciosa. Entretenimento satisfatório (como sempre, tomei um vinho e dormi, não assisti a quase nada... normal).



Entre Lisboa e Porto: usamos trem.

No aeroporto em Lisboa, pegamos um táxi e fomos para a Estação Oriental, de onde partia o trem para o Porto. Chegamos na estação principal e pegamos o trem para a São Bento, que era do lado do nosso apartamento. Foi um dia inteiro em deslocamento. Chegamos à noite em Porto.





Hospedagem:

Em Amsterdam, ficamos no Floris France Hotel, que fica na Oudezijds Kolk 11, pertinho da Centraal Station (assim mesmo, com dois 'as'), no início do Red Light District. A reserva foi feita pelo Booking. Havia café da manhã incluído na diária, que estava bem mais em conta do que a de um apartamento na mesma região.

Em Porto e Lisboa, aluguei um apartamento pelo Airbnb. Os valores compensaram muito. Vou falar sobre eles em posts próprios.


Seguro Saúde: Assist Card.

Blog pesquisado: Ducs Amsterdam


Guia: Lonely Planet

Roteiro day by day:

04/10/15 - chegada em Amsterdam, check in no hotel, saída para reconhecimento do local, caminhada até a Casa de Anne Frank. Como a fila estava enoooooooooorme, desistimos de esperar. Acabamos visitando o Museu da Tulipa. Voltamos pelo Red Light District.

05/10/15 - levantamos cedo e fomos direto para a Casa de Anne Frank, para enfrentar a fila. Dali seguimos para o Mercado das Flores, Museu da Tortura e Museu do Gato. Terminamos o dia na Delirium Cafe.

06/10/15 - caminhamos muito, até o Rijksmuseum. Visitamos todo ele e depois fomos para o Van Gogh Museum, que fica ali próximo. E o dia passou inteiro... Voltamos para o hotel para tomar chimarrão.

07/10/15 - o tempo estava ruim, chuvoso. Tínhamos que optar entre Bruxelas e Zaanze Schans. Escolhemos este. Pegamos o ônibus e fomos para esse lugar lindo, mas fake. A cidade de verdade fica do outro lado rio Zaanze e, claro, nós fomos lá olhar de perto.

08/10/15 - dia de voar para Lisboa (a chegada é simplesmente linda, com o Tejo de pano de fundo) e pegar trem para o Porto. Chegamos à noite e jantamos no Retiro dos Carvalhos, ouvindo fado. Que recepção tivemos em Porto!!!! Inesquecível!


09/10/15 - Dia de andar - muito - no Porto.  Café da manhã numa padaria perto do apartamento, compras no mercado e... rua! Fomos na linda Igreja de Santo Ildefonso, passamos pelo Teatro Nacional São João e fomos para a Biblioteca Municipal do Porto. De lá, nos achamos e nos perdemos nas ruelas da cidade até que paramos para almoçar na Tasquinha do Bê. energias repostas, fomos para o Centro Português de Fotografia. Dali, um pulinho na famosa Livraria Lello, ricamente decorada em madeira talhada. Um sonho. Cansaço bateu depois de 3,7km andados. Hora de voltar para casa e tomar mate com delícias portuguesas.




10/10/15 - Segundo dia em Porto e muito para ver. Andamos mais de 6km, mas um dia muito feliz. Saímos cedo na direção do Paço do Concelho. Depois, uma visitinha na loja do Porto Futebol Clube e no Mercado do Bolhão. Dali, rumamos para o Paço Episcopal da Sé. Descemos pelas vielas tradicionais portuguesas até o Mercado Ferreira Borges. Visitamos a Igreja de São Francisco. Almoçamos na Ribeira, no restaurante Farol da Boa Nova. Atravessamos a Ponte Luis I e fomos para Vila Nova de Gaia, degustar vinhos do porto. Visitamos a Ramos Pinto e voltamos para o Porto, encerrando a estadia onde ela começou: no Retiro dos Carvalhos, mas desta vez, sem fado. 



11/10/15 - Pegamos o trem para Lisboa. Nossa anfitriã nos recepcionou na Estação Oriental e nos levou para casa. Andamos pela volta do apartamento e depois pegamos o metrô até a Baixa Chiado para jantar no maravilhoso João do Grão.

12/10/15 - Saímos cedo e fomos para Évora. Vou contar esse roteiro num post próprio. Sim, visitamos a Capela dos Ossos.

13/10/15 - Ficamos a manhã por casa, pois uma amiga ia se unir a nós. Depois que ela chegou, fomos ao Parque das Nações e Oceanário de Lisboa. Acabamos o dia em Belém, comendo os Pasteis de Belém, visitando o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos. Tudo muito lindo à noite.

14/10/15 - Dia de estudar. Passei o dia na Universidade de Lisboa, em um curso. Encontrei as meninas no final da tarde e lá fomos nós para Alfama, para ver o por-do-sol. Descemos a escadaria de Alfama em busca de um lugar para jantar e ouvir fado. Enquanto eu estava na universidade, elas desbravaram Lisboa. Não ficou beco sem que tivessem olhado.

15//10/15 - último dia de curso e de Lisboa para mim e minha irmã. Nossa amiga ia continuar viajando. Fui para a universidade e elas foram para a rua. No horário combinado, fomos para o aeroporto, rezando que nenhum voo atrase e que nós não perdêssemos nenhuma conexão. A Andressa precisava chegar aqui dia 16 porque tinha compromisso profissional dia 17 em SC... Só nós sabemos o quanto corremos Charles de Gaulle afora para não perder a conexão. Mas deu certo! Chegamos no horário previsto em POA.

A cara da felicidade dentro do avião da AF de volta ao Brasil: tudo no horário previsto!
E assim foi nossa viagem. Minha irmã voltou para o Brasil com o dedo curado... de tanto caminhar pela Europa...

Vimos muito do que queríamos ver. Ainda faltou muito para ser visto. Um dia a gente volta para resgatar o que ficou para trás, não é, Andressa?





domingo, 12 de fevereiro de 2017

Expedição Meu Brasil Brasileiro - Férias em família 2017

Foto: Blog imagens grátis

 Depois de muitas ideias, incertezas e um roteiro para o norte da Argentina e Chile quase pronto (na fase da reserva de hoteis), compreendi que não seria dessa vez que iria percorrer os quase 8mil quilômetros de que gostaria. A fase final do mestrado não me deixava saber, com a exatidão de que precisava, a data da partida.

Mudança de planos e de rumos. Pesquisei outros destinos próximos e que também me encantam, mas as passagens aéreas estavam à beira da morte! Desistimos e voltamos para a ideia de viajar de carro, tal qual uma viagem que fizemos em 2002, entre Salvador/BA e Montenegro/RS e que foi muito legal.

E por que não?!,  nos perguntamos! Juntamos a saudade daquela viagem, uma visita prometida a uns amigos em Niteroi/RS, um roteiro aberto, mas cheio de sonhos, e lá fomos nós Brasil afora. Foi a #ExpediçãoMeuBrasilBrasileiro que nos fez rodar por mais de 4mil quilômetros entre o Sul e o Sudeste do Brasil, durante 19 dias.

Se quiseres ver algumas fotos desta aventura, vai lá no instagram ou no facebook e clica nas seguintes #: 

#ExpediçãoMeuBrasilBrasileiro
#DoRSnoSudeste
#DoRSparaoMundo

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Quanto ao roteiro, então, em linhas gerais:

Data: entre 04 e 22 de janeiro de 2017

Viajantes: eu, Jaime e Valen.

Estados visitados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Km: 4025 km percorridos

Pedágios: R$ 255,00 (e são muitos!)

Combustível: ainda não totalizei

Hoteis: todos reservados pelo Booking, exceto o Hotel Fazenda Ribeirão, que foi pelo Zarpo (nossa primeira experiência no saite e em hoteis desta linha).

Bagagem: uma mala de bordo e uma mochila para cada um e o equipamento de mergulho. Ainda, uma caixa térmica abastecida e 6kg de erva para o chimarrão, afinal de contas a viagem era longa e tínhamos que levar de presente para os gaúchos que encontrássemos no meio do caminho.
  
Como organizei, ainda que minimamente, o nosso roteiro (parte dele foi definido ao longo da viagem):

Dias 04/01/17 a 07/01/17: RS até Penha/SC. Almoço em Laguna. No dia 05 fomos ao Parque Beto Carrero; no dia 06, visitamos Penha e Piçarras, duas praias que ainda não conhecíamos em SC.

Dia 07/01/17: de Penha andamos até São Vicente/SP, onde chegamos no final da tarde. Jantamos na Ilha Porchat, no restaurante Terraço.

Dia 08/01/17: pela manhã, visitamos a Vila Belmiro, onde conhecemos um pouco mais da história do Santos Futebol Clube e, claro de seu rei maior, o Pelé. Depois, pegamos a Rio-Santos, no sentido Sul/Norte e seguimos para Paraty/RJ. Saímos frustrados da Rio-Santos... a beleza que vimos outrora se esconde atrás da urbanização e dos capins elefante que invadem a landscape... :( Não há quase mirantes ao longo do trajeto e parar na beira da estrada é um risco muito alto. Ah, sem contar com os mais de 100 controladores de velocidade e de 300 quebra-molas... A velocidade máxima que se consegue andar é... 60km/h...

Dias 08/01/17 a 11/01/17: Paraty/RJ. No dia 09, visitamos o centro histórico, depois fomos para cachoeiras na Serra da Bocaina, fizemos um walktour pelo Centro Histórico à noite e, depois do jantar, fechamos uma saída de mergulho para o dia seguinte, com a Adrenalina. Eu nem acreditava: 11 anos depois, voltaria ao mar e ao mundo sub!

De 11/01/17 a 15/01/17: Niteroi/RJ. No trajeto entre Paraty e Niteroi, um dos perrengues, que nem foi tão perrengue assim, foi mais medo mesmo da cena a que assistimos na beira da estrada. Conhecemos a cidade, o Museu de Arte de Niteroi, o Parque da Cidade, diversas praias. No dia 13/01/17, fomos ao Rio de Janeiro e visitamos o Museu do Amanhã e o AquaRio. Ficamos encantados com o Boulervard Olímpico.

Dia 15/01/17: Petrópolis/RJ. Levamos a Valen ao Museu Imperial, fizemos o passeio de Vitória e descobrimos os 7 erros na Casa Ipiranga.

Dias 16/01/17 a 20/01/17: Saímos de Petrópolis rumo ao Vale do Café, passando por Rio das Flores, na tentativa de visitar a Fazenda do Paraízo, que ficou para a próxima. Vimos tantas fazendas lindas na beira da estrada que a paisagem por si só já valeu a viagem. Chegamos no Hotel Fazenda Ribeirão no meio da tarde e lá ficamos até o dia 20, descansando. Experiência maravilhosa, que quero repetir, já que na região existem muitas opções com este viés.

Dia 20/01/17: Hora de começar a voltar para casa. Dia de dois perrengues: meu cartão foi clonado e o Jaime com virose. Mesmo assim, ele dirigiu do hotel em Barra do Piraí/RJ até Taubaté/SP, local do nosso pernoite. No caminho, visitamos Penedo/RJ e Aparecida do Norte/SP.

Dia 21/01/17: Em Taubaté, fomos visitar o Sítio do Pica-Pau Amarelo. E depois, estrada até o Paraná. Nosso pernoite foi em Curitiba.

Dia 22/01/17: Dia de voltar para casa. Saímos cedinho de Curitiba e chegamos no final da tarde em casa. Dia do último perrengue: faltando 10km para chegarmos em casa... tcharam... o único pneu furado em todo o trajeto. Na hora fiquei brava, mas o Jaime disse: Calma! Melhor aqui do que no meio da Avenida Brasil ou da Linha Vermelha, no Rio. Fui obrigada a concordar com ele!

Chegamos em casa com algumas certezas: a de que precisamos voltar para Paraty, porque ficou muito por fazer lá;  a de que Ilhabela merece nossa atenção; descobrimos a região serrana do RJ, lugar que tem muito para se explorar, ainda; Campos do Jordão e Paranapiacaba ficaram para a próxima, bem como outros lugares que nos indicaram.

Voltamos com a frustração da Rio-Santos, a certeza de que não queremos mais dirigir no RJ, por ser muito tenso, mas com a convicção de que nosso país é lindo e tem muito para ser explorado.

Ah, e ainda voltamos com um quilo de erva-mate na bagagem, além de muitas histórias para contar. E a sensação inexplicável de voltar ao mar 11 anos depois... sim, 'a paz invadiu o meu coração e me encheu de paz', já cantou Djavan...


Nosso trajeto

E você? Curtiu a nossa viagem de carro pelo Brasil? Gosta de viajar assim, parando e conhecendo o que tem pelo caminho?  Conta pra gente! Tão logo eu organize as fotos, vou escrever os posts detalhando tudo! Até lá!

domingo, 11 de setembro de 2016

Madri: nosso roteiro a pé pela capital espanhola


Penúltimo dia da nossa Eurotrip, dia de conhecer Madri. Sem muito roteiro, já que o tempo era curto mesmo, fomos ao básico: Plaza Oriente, Palácio Real, Mercado de San Domingo, Plaza Mayor, Puerta del Sol e Museu do Prado. Pegamos o metrô em Lavapiés e descemos na estação Opera. Dali seguimos andando até a Plaza Oriente, na frente do Palácio Real de Madri. No meio, o monumento em homenagem a Felipe IV.




Na frente do Palácio Real, 'onde vive o rei, a rainha e as princesas' para o espanto e olhar incrédulo da Valen, está a Catedral de la Almudena, na Plaza de la Armería. 





Dali, seguimos pela Calle Mayor até o Mercado de San Domingo, onde almoçamos. A gente adora um mercado público, já contei isso, mas não gostamos das paellas que comemos lá. Tudo aquecido no micro-ondas, totalmente sem graça (e sem gosto).








Depois do almoço, fomos até a Plaza Mayor e a Puerta del Sol. Lá está o famoso urso, cartão postal da cidade.





 Fui às compras na Desigual (amo!!!), enquanto o Jaime achou um boteco para tomar cerveja. Caminhamos para o Museu do Prado para terminar o dia.



Quem aí já usou os banheiros públicos de Madri (ou de Paris)? Basta colocar a moeda e entrar. São limpos, organizados, tem papel higiênico e água quente e, ainda, se 'auto-higienizam' após você sair. Iguais aos do Brasil #sqn.


 Dentre as dicas que o Juan Carlos nos deu, a que considero melhor: entrar no Museu do Prado sem pagar. Sim, isso mesmo. Todos os dias, após as 18h, a entrada é free. Como ele só fecha às 21h, dá tempo suficiente para se visitar e ver suas 50 principais obras. Eu vi todas elas! Pegamos um audioguia e um guia das obras e marcamos o ponto de encontro.

A fila é grande, mas a entrada acontece de forma rápida e organizada. Achei o máximo, já que este era um dos hotspots da minha viagem.



No dia seguinte, o último em terras europeias depois de 22 dias lá, fomos visitar o Estádio Santiago Bernabeu. Como o tempo era muito pouco, não fizemos a visita guiada. Entramos no shopping e na loja do estádio. O Jaime deu entrevista para duas emissoras de TV. Na primeira ele se saiu bem, mas na segunda... acho que foi em catalão, porque nem eu entendi a pergunta...






 Daqui seguimos para o restaurante mais antigo do mundo, tema do próximo post. E de lá, para o aeroporto de Barajas.