Mostrando postagens com marcador bibliotecas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bibliotecas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Livraria Lello - Porto


A Livraria Lello é famosa pelo seu interior, mas sua história remonta a 1869, quando publicava as obras de Camilo Castelo Branco e era conhecida como "Livraria Internacional de Ernesto Chardron". Somente em 1919 a razão social passou a ser Livraria Lello e Irmão Lda.


Em 1906 ela foi inaugurada no atual endereço, com projeto do engenheiro Francisco Xavier Esteves. Ela está localizada na Rua das Carmelitas, 144, em Porto. Em 1995, o prédio foi restaurado, sendo que o serviço foi atualizado e informatizado. Nesta oportunidade, criou-se uma galeria de arte e espaço para tertúlias culturais, sendo um importante ponto cultural da cidade.


É cobrado o valor de 3 euros para o ingresso na livraria, que é lindamente decorada em seu interior, com esculturas em madeira. Esse valor é descontado de eventual compra realizada. O objetivo era conter a horda de visitantes, mas isso chamou mais ainda a atenção, atraindo cerca de 3 mil turistas por dia. Sim, tem fila para comprar ingresso e para entrar! Esse simbólico valor é utilizado para obras de restauro, como por exemplo o da vidraça de 8 m de comprimento por 3,5 m de largura, composta por 55 painéis de vidro, de autoria do arquiteto holandês Gerardus Samuel Van Krieken. 




Os arcos apoiados nos pilares sob baldaquinos rendilhados, os bustos de diversos escritores, dentre eles o de Eça de Queirós e o de Camilo Castelo Branco, junto ao teto trabalhado, ao vitral e à escadaria são os destaques desta livraria. Reza a lenda, ainda, que a escada serviu de inspiração para J.K. Rowling em Hogwarts, nos livros de Harry Potter, pois a autora morou no Porto.




Esquece tirar uma foto na famosa escadaria sem alguém subindo ou descendo...  Abaixo, o espaço para exposições de arte (na oportunidade, era sobre Channel).


Dá para ter uma noção do tumulto??? Eu me irritei tanto que comprei um guia de fotografia e saí correndo, já que os livros que estava buscando não encontrei lá.



Vale a visita? Vale! O lugar é lindo mesmo! Mas vá sabendo do tumulto! Fui no final da tarde e estava assim, lotada.




domingo, 4 de junho de 2017

Porto - roteiro do primeiro dia

Nosso roteiro a pé pelo Porto - Dia 1

Depois de uma bela recepção no Porto, no Retiro dos Carvalhos (como contei aqui), caímos na cama e apagamos. No dia seguinte, eu e a minha irmã resolvemos tomar café na padaria da frente, cuja vitrine era repleta de delícias, e, se fosse barato, nem compraríamos nada no mercado.


O café custou 9 euros (dois sucos e duas torradas). Resolvemos ir ao mercado. Gastamos 6,80 euros para café completo para nós as duas para os próximos 3 dias! Adoro ir ao mercado quando viajo. Mas só quando viajo...



A vista da Rua dos Clérigos é demais! Aliás, a cidade é muito bonita.

Largo dos Loios


Café tomado, compras feitas no mercado, tudo devidamente acondicionado 'em casa', hora de por o pé na rua e desbravar o Porto. Começamos pelo Largo da Liberdade e seguimos até a Igreja de Santo Ildefonso.


Desde a igreja é esta a vista que se tem da Rua dos Clérigos.


A igreja foi construída a partir de 1730 e foi concluída em 1739. Foi dedicada a Santo Ildefonso de Toledo. Sua fachada é composta por duas torres com sinos e recoberta por azulejos portugueses que retratam a vida do santo, de autoria de Jorge Colaço.
Em seu interior, o teto é de madeira e os altares são neoclássicos, com características em rococó.





Dali saímos na direção à Biblioteca Municipal do Porto. No caminho, passamos pelo Teatro Nacional São João, com sua fachada clássica, na Praça da Batalha.


Em razão da pesquisa de mestrado, a visita à Biblioteca do Porto tinha um objetivo, tanto para mim, como para a minha irmã. Realizada a pesquisa, hora de voltar às ruas.

A viagem também serviu para pesquisar sobre patrimônio ambiental

O prédio é lindo e possui nas paredes diversos painéis em azulejaria portuguesa dos séculos XV a XVIII. Vale a pena observá-los.




Tomamos as ruas do Porto de novo e saímos sem rumo pela cidade antiga e suas vielas. Há prédios bem preservados, outros nem tanto. Porto é uma cidade acidentada. São muitas subidas e descidas para se enfrentar. Isso dá um cansaço...


Almoçamos na Tasquinha do Bê. Dali fomos ao Centro Português de Fotografia e terminamos o dia (e as forças) na Livraria Lello. Escreverei sobre eles nos próximos posts.

Centro Português de Fotografia

Livraria Lello
 O cansaço nos dominou. O dedo do pé da Andressa começou a doer de novo (ela tinha quebrado ele duas semanas antes de viajarmos, lembra?). Eu estava de saco cheio, só queria um banho, um sofá e um chimarrão. Fomos para 'casa'. Antes, porém, passamos numa padaria e compramos algumas delícias portuguesas para degustar (depois das 17h elas são vendidas com descontos, a gente adorou! #asmaispobres hahahaha).


E que mate bueno! Acabamos desistindo de sair para jantar. Comemos o que tínhamos comprado de manhã e capotamos. Precisávamos estar preparadas para o dia seguinte, cujo roteiro era bem maior!