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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Revista digital Viagens com filhos: dicas quentíssimas para viajar em família




O Do RS para o Mundo participa de um seleto grupo de blogueiros que adora viajar em família. Para incentivar outras famílias a viajar com seus filhos, nós nos reunimos e criamos o portal Viagens com Filhos, onde você encontra muita informação reunida sobre como viajar com seus filhos de todas as idades, destinos, atrações e muitas outras dicas. São muitos posts com conteúdo exclusivo!

Quer saber sobre o que escrevemos para o portal? Então lá vai:



Para comemorarmos o primeiro aniversário do portal, a gente criou uma revista digital e totalmente gratuita, que você pode ler no seu computador ou no seu telefone ou tablet. Basta fazer o download. São 36 blogueiros com dicas incríveis!



Para ter acesso à revista é muito fácil:

1) Basta acessar a página do portal clicando aqui;
2) Responda às 5 perguntas rápidas, cujo objetivo é traçar o perfil do leitor;
3) Quando você clicar em enviar as respostas, você será reencaminhado automaticamente para o link para que você possa fazer o download gratuito da revista, que é em formato pdf interativo. Ah, e você ainda pode escolher entre duas versões: uma para desktop e outra para celular ou tablete.




Minha contribuição teve como objetivo mostrar que o Rio Grande do Sul tem muitas atrações legais além daquelas que ficam na Serra Gaúcha, o principal enfoque para o turismo.




Gostou? Então nos ajude a divulgar a revista. Compartilhe este post com todos os seus amigos que têm filhos e amam viajar! 

Deixo aqui a minha gratidão a quem efetivamente se dedicou para que o projeto se transformasse em realidade! A revista está linda!




domingo, 26 de novembro de 2017

Bondinhos do Caracol - Canela



Essa atração não é nova, mas ainda não tínhamos ido até lá. Como contei aqui, resolvemos descansar em Canela um final de semana e elegemos a Pousada Caminhos do Caracol para isso. De lá viemos a pé até aqui, cerca de 500m.

O ingresso não é barato (pode ser pago com cartão): custa R$ 42,00 o adulto. Você acessa em primeiro lugar a Estação Central (são 3 ao todo) e sobe até a parte mais alta, a Estação Animal, a 130m de altura. Aqui você desembarca e depois de admirar a bela vista da Cascata do Caracol, faz uma trilha pequena, com 230m, calçada e autoguiada no meio da mata nativa. No percurso, há árvores identificadas e é possível se ouvir o canto dos pássaros.



A trilha termina numa exposição de animais de madeira, o Espaço das Esculturas que Falam, com aproximadamente 80 esculturas de madeira criadas pelo artista plástico Masaharu Hata. Elas reproduzem a aparência e o som dos animais, sendo possível interagir com todas as peças. A floresta foi criada e esculpida por Rodrigo Huelsmann. A criançada adora.


Depois dessa visita, você retorna até a Estação Animal e toma outro bondinho até a estação mais baixa, a Estação Caracol. Lá você desce e logo tem um fotógrafo para clicar você. É sem compromisso, mas não tem como comprar uma foto linda...



Os bondinhos são fechados e possuem tecnologia suíça. São 12 ao todo. O parque funciona diariamente, das 9h às 17h30min.

Se vale o passeio? Sim! E muito! Ele é adequado para todas as idades e possui acessibilidade, também.

Não perca!



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Morro da Borússia - Osório/RS


O Morro da Borússia fica em Osório/RS e o acesso é bem sinalizado a partir da BR-101. A estrada é estreita, perigosa, mas toda pavimentada.

Do mirante, quando o tempo está seco e aberto, é possível avistar-se a cidade de Osório, logo abaixo, as lagoas, Tramandaí, Imbé e até Capão da Canoa. Ah, do lado direito, vê-se o Parque Eólico.



Há um restaurante e uma lojinha de artesanato, mas o estacionamento é bastante complicado. Na parte mais alta do Morro da Borússia está localizada a pista de voo livre.




Um pouco mais adiante do acesso ao mirante e à pista, há uma cascata que, se você tiver com tempo, vale a visita.


Geralmente o melhor horário para ir até lá é pela manhã. Nesse dia que fui, voltando do Balonismo, fui de tarde e tive muita sorte com a visibilidade.

Passeio rápido, mas que vale a pena. 



domingo, 12 de novembro de 2017

Museu Antropológico Diretor Pestana - Ijuí/RS



Segundo o sítio do museu, 

O Museu Antropológico Diretor Pestana, mantido pela Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado – Fidene, foi criado em 25 de maio de 1961, junto ao Centro de Estudos e Pesquisas Sociais da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ijuí – FAFI com o objetivo de resgatar e preservar a memória regional, promover a cultura, a educação e o lazer.
Constituir-se em “síntese da evolução da região pela mão do nosso homem...” era segundo seus fundadores, o objetivo a ser perseguido. Buscando concretizar este objetivo o Museu preserva tanto documentos textuais/bibliográficos e iconográficos como museais, permitindo assim, o resgate e preservação da memória de forma globalizada e a disponibilização do acervo aos pesquisadores.
Instalado, inicialmente, em prédio alugado, possui hoje sede própria, com área de 1.618 m², climatizada, oferecendo as condições ideais para conservação do acervo constituído por mais de 29 mil peças museais. Este acervo é disponibilizado através das exposições permanente e temporárias e outras atividades educativo-culturais.

A visita começa com achados arqueológicos dos tempos das missões e ancestrais e termina com o retrato da atualidade regional. Estão resgatados os costumes, as roupas, os instrumentos de trabalho e de diversão e o modo de vida local.

 

A exposição permanente ocupa cerca de 500m² e retrata aspectos da evolução do homem que viveu e ainda vive nessa região do Estado. Ela inicia contando sobre o período pré-missioneiro, considerado o primeiro habitante local, com seus instrumentos em cerâmica e pedra. 

A etapa seguinte aborda o índio missioneira. Aqui ele está representado por sua arte e por seus bens culturais produzidos por seus descentes que ainda habitam a região.




 O negro e o caboclo também habitaram a região antes da chegada dos imigrantes. A eles está dedicada a segunda etapa da visita.

A exposição destaca, ainda, a colonização do município de Ijuí e a chegada dos imigrantes e suas ferramentas de uso na agricultura e trabalho rural. Apresenta os processos produtivos artesanais, bem como equipamentos de comunicação e de transporte, indústria e comércio, energia, serviços, esporte e lazer, ensino, religião, usos e costumes e, por fim, moradia.






Para encerrar, um espaço para as manifestações culturais atuais. 

Na saída, uma lojinha com artesanato local e uma vasta produção literária regional. Também, a sala de pesquisa documental da Unijuí.

O museu abre nos dias úteis (segunda à sexta), pela manhã (8h-11h30min) e à tarde (13h30min-17h). Entretanto, é possível o agendamento de grupos para visitação em horário alternativo.

O ingresso custa R$ 6,00 para a comunidade em geral, R$3,00 (estudantes), R$ 2,00 para grupos de mais de 10 pessoas. Para maiores de 60 e sócios, isento.

Para mim, uma grata surpresa um museu tão completo no interior do Rio Grande do Sul. Vale a pena a visita, que toma cerca de uma hora, mais ou menos (e olha que eu sou rato de museu, leio todas as placas que existem...).



sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Torres/RS e o Festival do Balonismo

Parque da Guarita - Torres

Torres é a última (ou a primeira) das praias do Litoral Norte gaúcho. É, sem sombra de dúvidas, a praia mais bonita que temos e se estende por 23km. Possui uma boa estrutura urbana, que acolhe cerca de 30 mil moradores durante o ano. No verão, esse número se multiplica diversas vezes, especialmente no Réveillon (na beira da Praia da Grande) e no carnaval.

Das praias urbanas, a Praia Grande, a da Cal, da Guarita e a da Itapeva são as que atraem mais turistas. A praia da Guarita é a mais perigosa para banho em razão das pedras ali existentes, pois se localiza entre as falésias, as torres que dão nome à cidade. São três torres: o Morro das Furnas, o Morro da Guarita e um Pináculo isolado que integram a APA Parque da Guarita. A Prainha (entre a Praia Grande e o Morro do Farol) não é para banho, mas para curtir um bom chimarrão no final de tarde. Torrense vai para a Itapeva, para passar o dia, pois tem 6km de extensão.

Um passeio muito legal é ir de barco até a Ilha dos Lobos, outra área de preservação, onde existem muitos lobos e leões marinhos. Durante o inverno, é possível avistar-se baleias desde o alto do Morro do Farol.

A Lagoa do Violão é outra atração da cidade. Fica bem no centro e possui pedalinhos em forma de cisnes.
Lagoa do Violão e seus pedalinhos

Lagoa do Violão - Torres/RS

Mas o evento mais legal, pelo menos na minha sincera opinião, é o Festival de Balonismo, que acontece anualmente e reúne balconistas do Brasil e de diversos países. As provas começam logo que amanhece e, quando o vento permite, no meio da tarde. São diversas provas e, no Parque do Balonismo, tem feira e shows.

Quando eu morava lá, levantava muito cedo 'para correr balão'. A gente ia para o parque para ver o trajeto e ajudava a equipe no que fosse preciso. Depois, ia correndo para fazer o resgate. 

Lindo demais é ver o céu da cidade crivado de balões!



De noite, sempre tem o Night Glow. Numa das noites, em 2017, foi na Praia Grande e na outra no Parque.




Para 2018, o festival acontecerá entre os dias 27/04 a 01/05. Saiba mais aqui.

A cidade conta com uma excelente rede hoteleira e possui bons restaurantes. Indico o Restaurante da Lagoa, que fica na frente da Lagoa do Violão (da minha amiga Grazi) e os que ficam na beira do Rio Mampituba, já na fronteira com Santa Catarina.

O destino é ótimo para famílias. Crianças geralmente gostam de estar na beira da praia e de andar de pedalinho na Lagoa do Violão.

Se você, como eu, não suporta muvuca, vá em um final de semana ou feriadão. Aproveite para descansar! É possível se aproveitar a praia a partir de setembro e até meados de maio, via de regra.

Ah, para quem gosta de praticar esportes, na beira-mar há um excelente calçadão para uma boa corrida e caminhada. Não se esqueça de passar muito filtro solar! Bom passeio!



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

São Lourenço do Sul/RS


O RS possui muitas praias de água doce e São Lourenço do Sul, considerada a Pérola da Lagoa (ou Laguna dos Patos, segundo alguns), é uma delas. Frequento a cidade, pois a família mora por lá. Além disso, é um lugar que me aquieta a alma, que me traz paz, que me relaxa e me descansa.

A praia é bem urbanizada, com um belo calçadão em toda a orla para caminhadas e corridas. Há, também, ciclovia. 

Trata-se de praia de areia grossa e com árvores nativas na beira da lagoa, o que facilita a sombra. A água é calma e tranquila, excelente para famílias com crianças. Aliás, para estas, indico a Praia das Mães, que tem muita sombra.


A cidade possui uma boa estrutura hoteleira e de restaurantes. O réveillon na beira da praia é bem famoso. Durante o ano, outros eventos movimentam a cidade: o Encontro dos Motoqueiros, o Reponte da Canção, a Südoktoberfest, a procissão de Nossa Senhora de Navegantes, a Festa de Iemanjá e tantas outras atrações.

É um lugar para relaxar, descansar, curtir. Tem um passeio de barco muito legal, que eu recomendo muito! E tem um rota pelo interior, a Rota dos Sabores (que eu ainda não consegui fazer, porque tem que ser um grupo de 10 pessoas, mas minha mãe já fez e elogiou muito).






É um lugar e tanto! Amo demais!



domingo, 29 de outubro de 2017

Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues - Candelária/RS


O Museu Municipal de Candelária Aristides Carlos Rodrigues possui um acervo muito interessante de fósseis de animais que viveram na região entre 220 e 230 milhões de anos atrás, no chamado Período Triássico, quando todos os continentes ainda estavam unidos na Pangeia.

Dentre os fósseis expostos,  segundo o saite oficial, encontram-se Rincossauros e sua estranha dentição, Dicinodontossauros e sua postura diferenciada dos demais e os de crânio excêntrico, conhecidos como Jachaleria. Há, também, animais maiores como os Tecodontes e pequenos, como o Candelariodon, que foi batizado com o nome do município por ter sido encontrado somente nessa região. É possível ver-se, ainda, o Guaibasaurus Candelariensis, animal carnívoro e, também, herbívoros, como os Massetognathus.









O museu, que possui muitas entidades parceiras, se localiza na Rua 15 de Novembro, nº604, no centro de Candelária. A visita guiada exige agendamento prévio pelos telefones (51) 3743-8171 ou 3743-8105 ou pelos e-mails museudecandelaria@terra.com.brpm.casadecultura@candelaria-rs.com.br
turismoecultura@candelaria-rs.com.br.

O aspecto negativo é que ele só funciona em dias de semana. Por ser um ponto de interesse, deveria abrir aos finais de semana para facilitar a visita das famílias que possuem filhos em idade escolar.

Veja o vídeo sobre a história do Museu produzido pela UNISC: