Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Frank, o melhor bar de São Paulo


Queria mesmo era ir no Bar do Fogaça, o Admirals Place, mas estava fechado para reformas. Acabei escolhendo o Frank, considerado o melhor bar de São Paulo e um dos 50 melhores do mundo. E não me arrependi! Fica dentro do Macksoud Plaza, pertinho da Paulista.



O cardápio de drinks é infinito. Escolhi esse da foto de cima, mas confesso que não tenho ideia do nome. Eu gostei. A minha amiga escolheu o da foto abaixo, o Hawaiian Room. Estava bom, também.


E para petiscar, tábua de frios e de brusquetas.



domingo, 9 de setembro de 2018

Restaurante Arturito - SP


Nesse prédio simples da Artur de Azevedo, em Pinheiros, é que fica o Arturito, o restaurante da Masterchef Paola Carossella. Ano passado, tentei vir e, como não tinha reservado, não consegui. Neste ano de 2018, foi uma das primeiras providências. No fim, em razão da greve dos caminhoneiros, não estava lotado, mas vai saber, né? Não queria perder essa oportunidade.

Bem, o restaurante não é grande. É muito bem atendido e obrigatoriamente tem que provar o pão feito lá, cuja fermentação é natural e é servido como entrada, com manteiga e azeite de oliva. 




Ainda, pedi uma empanada salteña ( carne, batata, ovo caipira, azeitona e páprica doce) e um coquetel, o Apero Spritz, Aperol, espumante, club soda, laranja.




Para o prato principal, pedi Pappardelle com ragu de linguiça artesanal de porco Montau e ricota fresca e a minha amiga pediu o menu do dia, terça-feira, peixe fresco com alcaparras, limão, salsinha e abóbora assada.



De sobremesa, mousse de chocolate. E para finalizar, café.



Hummmm... só de lembrar me dá água na boca! Eu adorei ir lá. Pena que não a vi, embora tenham me dito que ela estava... Quem sabe ano que vem dou sorte?!



sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Terraço Itália - SP


Não estava nos planos, mas o motorista do Uber indicou o Terraço Itália para o pôr-do-sol e lá fui eu. Um dos rooftops mais famosos de São Paulo, paga-se R$ 35,00 por pessoa, com direito a uma taça de espumante, para se fazer a visita.

Tem um bar e um restaurante chiquérrimos por lá, com uma vista linda da cidade. Até a Rainha Elizabeth II já esteve fazendo exposição da figura nesse terraço.


Ao lado, o famoso prédio em S, o Edifício Copan. Ao fundo, a torre da Avenida Paulista. 





E o que dizer desse entardecer? Nada! Só curtir, mesmo com o friozão que fazia lá em cima do 41º andar.




Depois desse espetáculo todo, voltei para o Ibirapuera para assistir ao concerto, como contei no post anterior. Foi um dia intenso, mas maravilhoso pelas ruas de SP.



domingo, 2 de setembro de 2018

Restaurante Le Bife by Érick Jacquin


Ano passado eu não consegui ir no Arturito, da Masterchef Paola Carossella porque não tinha reservado. Neste ano, 2018, reservei as passagens, o hotel e os restaurantes Le Bife e Arturito. Minha ideia era fazer um Circuito Masterchef, mas ficou faltando o do Fogaça. Não tem problema, 2019 está aí!

O Le Bife fica dentro de um hotel e tem o cardápio assinado pelo Erick Jacquin, o francês gordinho nem sempre simpático, mas engraçado, do programa da tv. O prato é único: você escolhe a proteína e os acompanhamentos vêm na mesa (salada, batatas fritas e farofa) ou ficam passando para você se servir à vontade (creme de espinafre, legumes, massa, cuscuz marroquino, etc.).

Escolhi o entrecôte premium black angus, que veio no ponto para menos, como escolhi, acompanhado de molho de mostarda Dijon. 


O restaurante não é muito grande e precisa ser reservado. Tive muita sorte que SP estava vazia nesse período. Mesmo assim, não contei com a sorte. Reservei.




O coquetel aí de cima foi indicado pelo garçom. Chama-se Ana Bráz, e é feito com vodka, xarope de romã, limão, hortelã e água com gás. Bem bom. De sobremesa, Crème Brûlée, maravilhoso!



O preço é padrão SP. Barato não é, mas é uma vez no ano só... hahahahaha




sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Parque Ibirapuera - SP


Fui a São Paulo em maio deste ano para mais um Congresso Planeta Verde. Como tinha trabalho para apresentar, fui no sábado de manhã, bem cedinho. No domingo, uma cidade ensolarada e vazia, em razão da greve dos caminhoneiros, convidava para um passeio. E comecei pelo MAC USP, como contei no post anterior.

Atravessei o viaduto sobre a Avenida Pedro Álvares Cabral e cheguei no Parque, que ainda não conhecia. Muitas famílias passeando, muitas pessoas se exercitando e um clima muito legal.


Tinha por objetivo visitar o MAM - Museu de Arte Moderna, mas ao conferir as exposições, desisti. Preferi passear ao ar livre e desbravar todos os cantinhos do Ibirapuera.



Fui conferir de perto o Obelisco e o Auditório Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Descobri que haveria um concerto ao ar livre no final da tarde.



O parque possui 158ha e é a área verde mais visitada e fotografada de SP. Foi inaugurado em 1954 e foi tombado como patrimônio histórico de São Paulo. Os jardins foram desenhados pelo paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes.



O Monumento às Bandeiras foi inaugurado em 1953, por ocasião dos 400 anos da cidade, e homenageia os Bandeirantes, que cruzavam as terras brasileiras nos séculos XVII e XVIII. Seu autor foi o escultor Victor Brecheret. Possui 11m de altura, 8,40m de largura e 43,80m de comprimento. Está direcionado no sentido sudeste-noroeste, que significa a entrada das bandeias sertanistas em busca de terras no interior. O mapa do Brasil existente na face frontal do pedestal foi desenhado por Affonso de E. Taunay e apresenta os percursos executados pelos desbravadores.


Dali, segui para o restaurante Le Bife, Avenida Paulista e Terraço Itália. Retornei no final da tarde para assistir à Sinfonia Samsung Rock - Volume 2, com a Orquestra Juvenil Heliópolis e participação especial de Samuel Rosa (Skank), do Rodrigo Suricato (Barão Vermelho) e Lari Basílio (vencedora do Samsung E-Festival em 2014). Que noite para ficar na memória!


Na terça-feira bem cedinho, voltei ao parque, mas desta vez para correr. Fiz meus 5km por suas rotas e curti muito o espaço.



São Paulo sempre deixa um gostinho de 'quero mais'. Em 2019 estarei lá novamente.




domingo, 26 de agosto de 2018

Museu de Arte Contemporânea da USP - MAC USP




Em 1963, quando a USP recebeu o acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo, foi criado o Museu de Arte Contemporânea, o MAC USP. No acervo, obras adquiridas pelo casa Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo, as provenientes das bienais e, também, as do MAM. Pelos corredores, veem-se obras de Amedeo Modigliani, Pablo Picasso, Joan Miró, Alexander Calder, Wassily Kandinsky, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Emiliano Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Lygia Clark e uma enorme coleção de arte italiana do começo do século XX.

O prédio é de autoria de Oscar Niemeyer, construído nos anos 1950. Atualmente, abriga cerca de 10 mil obras e recebe exposições temporárias.

O acesso é gratuito.



Tarsila do Amaral



O Museu está na Avenida Pedro Alvares Cabral, nº 1301, em frente ao Parque Ibirapuera. Funciona diariamente, das 10h às 21h, exceto nas segundas-feiras. 

A obra de que eu mais gostei? A do gato, claro, de autoria de Nina Pandolfo, intitulada Um amor sem igual, de 2011.


domingo, 31 de dezembro de 2017

2017: um ano repleto de viagens



O ano de 2017 foi repleto de viagens. Não só de viagens para outros destinos, mas de viagens internas, também. Não entendeu? Eu explico!

Janeiro:



Havíamos programado uma roadtrip para o Atacama, passando pela Argentina e pelo Chile, num total de 20 dias, aproximadamente. Em razão do mestrado, precisei abortar a ideia, mas não desisti dela: ela ainda vai sair, mas não será em 2018! Também não desisti de viajar, apenas troquei o destino: fizemos 4025km de carro pelo Brasil, no que chamei de Expedição Meu Brasil Brasileiro. 

Saímos do RS e fomos até Niterói/RJ. Paramos no Beto Carrero, em São Vicente, Paraty, Niterói, Petrópolis, Barra do Piraí, Curitiba. Foram 19 dias e apenas um pneu furado a 10km de casa. Foi a viagem que marcou nossas vidas de forma definitiva, como contarei logo adiante. Ah, e caímos no mar, agora acompanhados da Valentina, que fez seu batismo. Sim, voltamos a mergulhar depois de muitos anos (pic by Fábio França, da Adrenalina Mergulhos, de Paraty)!



Fevereiro:

Em fevereiro, mais precisamente no carnaval, fizemos o passeio de Maria Fumaça, entre Bento Gonçalves e Garibaldi. Apesar de morar do lado dessas cidades, nunca tínhamos feito essa aventura. E foi muito legal.


No final do mês, minha viagem foi o encerramento do Mestrado em Ambiente e Desenvolvimento pela Univates. Foram 3h30min de banca, com aprovação e com indicação de publicação da dissertação em livro. Eu ouvi direito? Publicar um livro?




Março:

A viagem foi curtinha: fomos a Porto Alegre ver meu Grêmio jogar na Arena. Afinal de contas, com o Grêmio onde o Grêmio estiver.


Abril:

Há um lugar aqui no RS que eu amo demais e se chama São Lourenço do Sul. Seguidamente estou por lá. Trata-se de uma cidade que tem praia de lagoa, especial para famílias. A Laguna dos Patos é linda e tem muito a se fazer por lá, especialmente no verão.


Maio:


Aproveitamos o feriado do Dia do Trabalhador e fomos para Torres, ver o Balonismo. O de 2018 promete ser o maior evento de todos e nós estaremos lá!



Junho:

Junho começou com um congresso em São Paulo, o do Planeta Verde. Desta vez, fui um dia antes para aproveitar a cidade e realizar um sonho: conhecer o MASP. E deu certo! Ah, e conheci a Pinacoteca, também!



Teve, ainda, uma visita a outra cidade gaúcha que mora no meu coração: Frederico Westphalen.


E aí começou outra viagem: aquela para dentro de mim, que comentei lá no início. Como assim? Fiz um coaching de emagrecimento e eliminei 22kg!



Julho:

Começamos o mês indo a Gramado e Canela para encontrarmos diversos amigos, alguns reais, outros virtuais, dos grupos de viagens de que participo. De quebra, visitamos o Bondinhos do Caracol. Jaime já tinha terminado o treinamento e eu tinha começado fazia 3 semanas... Imaginem ir para a Serra Gaúcha e não poder comer nada! Mas valeu o esforço e o foco!



Voltamos a Porto Alegre para diversos compromissos. Além deles, visitamos, de novo, o Museu da PUC, que é muito legal e interativo. Depois uma passadinha básica em São Lourenço e uma esticada até o Uruguai.

O famoso pôr-do-sol no Guaíba

Museu da PUC

Rio Branco - UY


Agosto:

Este mês começou bem: embarcando para Brasília/DF, para outro congresso. Mas desta vez tinha um motivo especial: como gestora de um programa que coordeno no MPRS (Programa de Recuperação Sustentável da Mata Ciliar do Rio Taquari), fui convidada pelo CNMP para receber uma premiação, a de segundo lugar como projeto indutor de políticas públicas. Foi fantástico! Aproveitei, claro, para turistar nos intervalos. Meus dois objetivos: Museu Nacional e Clube do Choro. 

Lago Paranoá


Clube do Choro

Setembro:

Setembro chegou e com ele outro grande momento do meu ano: o lançamento do meu livro: Recuperação de Mata Ciliar: um olhar entre a sustentabilidade e a legislação ambiental. 
Teve lançamento na Univates, em Frederico Westphalen, na Feira do Livro de Lajeado e em Porto Alegre.


Pic by Andressa Barros Fotografia - Bergamotta Atelier Fotográfico

E terminamos o mês em Minas Gerais, uai. Fui para o Congresso Nacional do MP, para lançar o livro. Antes, porém, fizemos as cidades históricas.


Contratei uma fotógrafa local, a Ane Souz, e fizemos um book em comemoração à vida.


Outubro:

Eu me impus um desafio: correr 3km pela primeira vez na vida. E foi em Taquari, na beira da Lagoa Armênia, que isso aconteceu. A superação de metas pessoais é uma viagem sem volta. Correr rústicas, também. Quem sabe eu não começo a viajar para correr maratonas, hein, hein?


Novembro:

Outras duas rústicas: Ilópolis (uma pequena cidade no alto da serra gaúcha, muito linda e organizada, conhecida como a capital da erva-mate) e Lajeado (que fica no Vale do Taquari -  e eu não tenho nenhuma foto).


Dezembro:

Último mês do ano e, com ele, o encerramento com chave de ouro de 2017: apresentação do meu trabalho em um congresso em Sevilha, na Espanha. Uma semana entre compromisso e turismo. E inverno! E corridas!

Correndo no Parque do Retiro em Madri.

Apresentando meu trabalho na Universidade de Sevilha

E o seu ano, como foi? O meu foi intenso! O melhor ano dos últimos tempos! Quanto crescimento, quanto conhecimento! Quantas oportunidades! E já DECLAREI: 2018 SERÁ AINDA MELHOR! Que venha!