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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Museu Ferroviário - Curitiba/PR



A chuva não deu trégua nesse dia. Do MON seguimos para o Shopping Estação para almoçarmos e visitarmos o Museu Ferroviário, que fica no seu interior. Aliás, o Shopping foi construído na antiga estação de trem de Curitiba. Uma parte do acervo pertence à RFFSA.







 Na frente, um pedaço dos trilhos originais e uma Maria Fumaça. O relógio também é o mesmo da Estação.



Aqui ocorria a venda das passagens de trem.




Uma maria-fumaça do início do século XX.


O museu é pequeno, mas bem completo. Vale a visita. Não há a cobrança de ingresso e se tem uma ideia de como funcionava o transporte ferroviário em seu auge. Recomendado para famílias com crianças e para idosos.

Vejo você por aqui no próximo post!



domingo, 1 de fevereiro de 2015

Colônia Witmarsum - Paraná


Depois de toda a caminhada que fizemos no Parque Estadual de Vila Velha, o estômago começou a reclamar. Olhei no relógio e já passava das 15h... Ainda que lá no Parque houvesse restaurante e lanchonete, decidimos apenas nos reidratar e seguir para um café colonial na Colônia Witmarsum, no caminho para Curitiba, na mesma estrada, a BR-276.


Pesquisando sobre o local, fiquei sabendo que a Confeitaria Kliewer era o local mais indicado para o nosso, vamos dizer assim, almoço. O local é superagradável, atendido pelos proprietários, que é quem produz as tortas e bolos servidos.


Tem um parquinho para a criançada se divertir. A Valen mal tomou o suco dela e foi brincar com as crianças da família. Ela se surpreendeu muito, porque eles só falavam em alemão, idioma que ela estudou em 2014.


A fome era grande, então a foto é só da primeira servida: limonada suíça, pães, geleias, manteiga. Depois veio café e você podia escolher os doces e salgados diretamente no balcão dentro da Confeitaria, já que optamos por ficar na varanda.


Local excelente para famílias com crianças e para idosos.

Até mais!



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Parque de Vila Velha - Parte 2




Sabe aquela foto do livro de geografia que você nunca esquece? Foi por esse motivo que eu vim para Vila Velha, como eu conto aqui, na parte 2 do post. 


Depois de visitarmos as Furnas e a Lagoa Dourada, retornamos ao Centro dos Visitantes e pegamos outro ônibus para chegarmos ao início da trilha dos Arenitos. Esta trilha, igualmente calçada e cheia de placas, pode ser desbravada de duas formas: na primeira, você caminha pelos arenitos - todos devidamente identificados - até o arenito-símbolo, que é a taça (cerca de 1.100 metros) e, se quiser retornar ao Centro de Visitantes, basta pedir ao Guarda do Parque que ele chama o ônibus para te buscar. Esta primeira etapa pode ser facilmente vencida por idosos e crianças (inclusive de carrinho), já que são poucos - e pequenos - os degraus existentes.



Nós optamos por fazer a trilha completa, passando por detrás dos arenitos, totalizando pouco mais de 2km. A trilha é igualmente calçada e autoguiada, mas não indico para famílias que estão com crianças em carrinho, pois são muitos degraus a serem vencidos, e nem para idosos com dificuldades para deambular.

A primeira formação que se vê é a do Camelo. A segunda, da Garrafa.



 Entre uma e outra forma, você vai aprendendo sobre como estes arenitos se formaram. O visual é de tirar o fôlego.



E o mais legal é você ir adivinhando as formas para só depois olhar as placas. Uma obra da natureza!





Essa dos Gorilas foi a mais difícil de identificar. A do Leão foi mais tranquila de ver.



 Já a bota foi bem fácil!


A do Golfinho, no meio do pastiçal, fica mais complicada um pouco. Você não pode se aproximar dos arenitos, para evitar depredações (que havia antes da reforma).




Enfim, chegou a hora de ver a Taça, aquela imagem do livro de Geografia a que eu me referi no início do post. E não é que é igual à imagem que eu tinha na memória?!


Linda ela, né? Como decidimos seguir adiante, fizemos toda a volta por trás das formações areníticas, retornando ao ponto de partida. Uma caminhada e tanto. E a certeza de que toda a trilha que desce, volta a subir...



Depois de umas duas horas de caminhada, chegamos ao ponto de partida encantados com tanta beleza. E organização. Solicitamos o ônibus e retornamos para o Centro de Visitantes, que dispõe de banheiros limpos, lanchonete e uma pequena lojinha de artesanato local. Destaque para os ímas feito em um pinhão.

Se você está em dúvida, vá. Você não vai se arrepender!

À tout l'heure!




domingo, 25 de janeiro de 2015

Parque de Vila Velha - Parte 1


Havia um lugar que eu queria muito, mas muito conhecer: o Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa/PR. Da outra vez que fui a Curitiba, tentei ir até lá, mas me disseram que ele estava fechado para reformas. Desta vez deu certo. Considerando que são duas as atrações, ambas com muitas fotos, vou dividir o post em dois.



Saímos logo cedo de Curitiba e pegamos a excelente, duplicada e pedagiada BR-376. São cerca de 90 km de distância. Na chegada, estacionamos o carro e seguimos a pé até o Centro de Visitantes. Lá adquirimos os ingressos, assistimos a um vídeo com as instruções do Parque e pegamos um ônibus para visitar as Furnas.



O ônibus é confortável e depois de uns 15 minutos andando, chegamos até as Furnas 1 e 2, que são formações geológicas muito antigas. Desde o estacionamento até a chegada nas furnas caminha-se por uma trilha calçada, sem qualquer dificuldade. O passeio é indicado para idosos e crianças também.




Antes de olharmos a furna, propriamente dita, o guia explica a sua origem e formação, que eu não ouso a repetir aqui, pois com certeza cometeria erros grosseiros...



Na Furna nº 01 havia a possibilidade, há uns anos atrás, de se descer por um elevador até o lençol d'água que tem dentro. Atualmente o elevador está em desuso por questões ambientais e de segurança.


Logo após uma pequena caminhada, a gente chega na Furna nº 02, maior que a primeira. Mais uma vez a trilha é calçada e com total segurança aos visitantes.



Retornamos ao ônibus e seguimos na direção da Lagoa Dourada, uma outra furna que aflorou. Caminha-se novamente por uma trilha calçada e autoguiada em que se observa as regras do parque.


 


 Para a nossa surpresa, a Lagoa Dourada é linda e tem uma água transparente que encanta. De volta ao ônibus - a visita é feita com calma, sem atropelos e sem guia chato chamando para ir adiante -, regressamos ao Centro de Visitantes para pegarmos outro ônibus e irmos para a trilha dos famosos arenitos.




Os ingressos podem ser comprados separadamente para cada uma das atrações (Furnas, Lagoa Dourada e Arenitos) ou conjugadas duas delas ou, ainda, para as três. No saite oficial você encontra os preços e as combinações. 

Lembre que essa parte do passeio demora umas duas horas, mais ou menos. Importante você ter em mãos repelente (se for alérgico), protetor solar e chapéu. As caminhadas são curtas, mas o sol pode castigar bastante.