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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Museu de Arte Sacra - São Francisco do Sul/SC




Descobrimos o Museu de Arte Sacra muito por acaso, em um mapa que nos deram na pousada. Mais um local que iríamos visitar em São Francisco do Sul, fazendo com que aquele um dia que eu tinha previsto para a cidade se tornasse pouco para vencer a programação.


O MAS fica na Igreja da cidade, entrando pela lateral. O ingresso custa R$2,00 e a visita é guiada. Trata-se de um museu vivo, como eles mesmos definem, pois parte dos acessórios ali expostos ainda são utilizados nas cerimônias religiosas.


Do museu se tem essa bela vista do altar-mor da Igreja Nossa Senhora da Graça, que se ilumina ao anoitecer, deixando a paisagem ainda mais bela.




A visitação ocorre de terça a domingo, das 8h às 17h.

Até a próxima!



domingo, 14 de dezembro de 2014

Museu Nacional do Mar - São Francisco do Sul/RS


Um dos meus grandes objetivos nessa viagem era visitar o Museu Nacional do Mar, tão famoso. E chegou esse momento tão esperado. Depois de visitarmos o Parque Ecológico Municipal, como contei aqui, Seguimos caminhando pela beira da Baía da Babitonga até acessarmos o Museu, que é enorme.


Veja a sua descrição, conforme consta no saite oficial:


Tem como finalidade valorizar a arte e o conhecimento dos homens que vivem no mar. São embarcações originais de todo o país, várias delas configurando alguns dos mais expressivos barcos tradicionais em todo o mundo. Jangadas, saveiros, canoas, cúteres, botes, traineiras e baleeiras são alguns deles.Organizado por temas, o Museu Nacional do Mar contextualiza história e uso das peças em exposição. Um exemplo disso é a Sala da Amazônia, ambientada com um espelho d'água e decorada com vitórias-régias, peixes-boi e botos, ilustrando o cenário para as canoas indígenas daquela região. São mais de 60 barcos em tamanho natural e cerca de 200 peças de modelismo e artesanato naval, tudo identificado com textos e imagens explicativas. Também faz parte dessa nova versão do Museu Nacional do Mar a trilha sonora com músicas folclóricas das diversas regiões brasileiras e a música tema do museu, produzida especialmente para esta finalidade. São cerca de 15 salas temáticas, que ocupam os dois extensos conjuntos de galpões da antiga empresa Hoepcke. Em algumas salas foram montados dioramas - espécie de representação cênica onde podem ser observados o uso daquelas embarcações e o modo como os homens desempenhavam uma determinada atividade, como a pesca da baleia, por exemplo.



Logo na entrada, vê-se uma tora de madeira, pois se acredita que as primeiras navegações aconteceram em uma. São muitas salas a serem visitadas e o tempo do percurso é superior a 2h (claro que depende do ritmo e do interesse de cada um pelo tema, mas não o subestime, pois tem muito a ser visto). Passeio para ser feito em família. A Valen amou!

As mulheres dos pescadores aprendiam a fazer rendas de bilro

Réplica de uma casa de pescador

Nos fundos, uma bela vista da Baía da Babitonga, por onde avança um trapiche.


São galpões enormes com muitos tipos de embarcações. Neste, por exemplo, tem barcos do RS, da BA, do ES, etc.


Alusão à pesca baleeira...


... e aos mistérios e lendas do mar.


âncora
 Homenagem ao maior navegador brasileiro, Amyr Klink. Pena que o Paratii não estava mais lá...


Embarcações típicas do norte e nordeste do Brasil.



Ao final do passeio, uma pausa na Cafeteria do Museu é obrigatória.

Maiores informações aqui.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Parque Ecológico Municipal - São Francisco do Sul/SC


O Parque Ecológico Municipal Celso Amorim Salazar Pessoa fica bem no centro histórico de São Francisco do Sul. O acesso é gratuito e a trilha é calçada. É uma trilha para todas as idades. 


De cima do morro, tem-se uma vista privilegiada da cidade e da Baía da Babitonga, que significa terra em forma de morcego, segundo os índios locais.


Estátua em homenagem a Içá-Mirim, que foi levado pelos franceses e que nunca mais voltou para a sua terra.


Programa ideal para famílias, desde crianças até idosos.


Descobrimos o Parque por acaso e não deixemos de o visitar.



domingo, 7 de dezembro de 2014

Museu Histórico Municipal - São Francisco do Sul/SC


O primeiro lugar que visitamos foi o Museu Histórico de São Francisco do Sul, que é uma das mais antigas edificações da Ilha de São Francisco e fica bem pertinho da Pousada Solar da Beira, onde estávamos hospedados.

O prédio foi construído no final do século XVIII para abrigar a Câmara de Vereadores e a Cadeia Pública, tendo abrigado diversos líderes revolucionários por ocasião da Guerra do Contestado. Nessa época se chamava Palácio da Praia do Mota. 


O Museu Histórico Municipal, cujas salas que acolhe o acervo são antigas celas, conta a história da comunidade francisquense através de fotos, objetos, documentos, etc. Na primeira sala, há documentos da época escravagista, bem como linda tela pintada a óleo, datada de 1911, ilustrando a Baía da Babitonga.
 O farol, que ainda funciona, foi o primeiro a ser instalado na região. Abaixo, a comprovação de que Getúlio Vargas, então Presidente do Brasil, esteve na região, deixando aos francisquenses os talheres que utilizava na sua embarcação. Há, também, o registro de sua assinatura em livro de visitas.



 


No pátio, encontramos a cela solitária, que era utilizada na detenção de doentes mentais e perigosos criminosos. Também, um carro fúnebre muito antigo.


 

Do andar de cima, tem-se essa vista da Baía Babitonga. Nesse andar funciona uma sala de exposição.




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

São Francisco do Sul/SC


São Francisco do Sul se situa no norte de Santa Catarina, próximo a Joinville, numa ilha de mesmo nome, banhada pela Baía da Babitonga. É a cidade mais antiga deste Estado, sendo a terceira mais antiga do Brasil. Seu porto recebeu espanhóis, franceses e portugueses, cujas características podem ser observadas na arquitetura local.


É uma calma cidade, ideal para passeios em família. Segundo o saite da Prefeitura Municipal da cidade, Em 1504, o navegador francês Binot Palmier de Gonneville aportou na região, marcando o início da primeira povoação catarinense e a terceira mais antiga do país.

O veleiro L`Espoir, comandado por Binot de Gonneville, lançou âncoras nas águas tranqüilas da Baía da Babitonga, em 5 de janeiro de 1504. Tinha partido do porto de Honfleur, na França, levado pela mesma saga que trouxe inúmeros outros aventureiros para este lado do Atlântico, a busca das ?riquezas das Índias?. Com os mastros e o casco avariados por fortes tempestades, busca abrigo para efetuar os reparos necessários. Aqui, os marinheiros franceses não apenas são bem recebidos pelos índios carijós, chefiados pelo cacique Arosca, como também encontram madeira de lei nos matos próximos, além de água potável e víveres para o reabastecimento.
Permanecem no lugar até 3 de julho de 1504, quando retornam para a França. No cume do mais alto morro deixam uma cruz de madeira, marcando sua passagem por estas terras. Ao partirem, levam junto o índio Içá-Mirim, filho do cacique Arosca, com a promessa de devolvê-lo após 20 luas, depois de ensinar-lhe a arte da artilharia. O índio nunca mais retornou à sua terra natal, e acabou casando com uma sobrinha de Binot de Gonneville.
A vinda de Manoel Lourenço de Andrade, em 1658, marcou o efetivo povoamento da região. Ele chegou acompanhado de toda sua família, de numerosos escravos, e trazendo animais e equipamentos necessários ao desenvolvimento da agricultura e pastoreio do gado.
Em 1660 a povoação foi elevada à categoria de Vila e em 1665 tornou-se oficialmente Paróquia. Nas décadas seguintes, a região foi fortemente influenciada pela iniciativa de outros empreendedores, com destaque para Gabriel de Lara, Domingos Francisco Francisques e Rafael Pires Pardinho.
Hoje, a herança cultural da aventura desses pioneiros pode ser conferida nas festas típicas, nos costumes, na culinária, e, principalmente, na arquitetura… Numa volta pelo centro da cidade, é possível admirar casarões, igrejas e monumentos bem conservados ou restaurados que preservam a memória dos tempos antigos.


Reservei um dia inteiro para visitar a cidade e, especialmente, o Museu Nacional do Mar. Quase não foi suficiente. A cidade tem muito a ser visitado.

Contarei mais sobres os atrativos locais nos próximos posts.

Até a próxima!


domingo, 30 de novembro de 2014

Pousada Solar da Beira - São Francisco do Sul/SC



Escolhi esta Pousada, a Solar da Beira, porque ela fica na frente da Baía Babitonga e no início do Centro Histórico de São Francisco do Sul, o que nos permitiu fazer o roteiro a pé.

O prédio é de arquitetura açoriana, mas está completamente reformado por dentro. Os quartos são amplos e acolhem famílias. Tudo muito limpo e organizado.






A vista da Baía Babitonga é de tirar o fôlego!


E na frente, tem um parquinho para as crianças, com brinquedos cuidados. Ideal para um mate enquanto a criançada se diverte.


O atendimento é de qualidade, estando o pessoal sempre disposto a ajudar e a indicar os passeios. O restaurante serve pratos interessantes. Tem boa carta de vinhos e prato kids.

No próximo post, contarei o nosso roteiro por esta encantadora cidade! Até mais!





sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Trajeto da nossa roadtrip




Saímos logo cedo de Estrela, ainda nem tinha amanhecido. Seguimos pela BR-386 até Nova Santa Rita. Ali, seguimos pela novíssima BR-448, conhecida como Rodovia do Parque. Depois, pegamos a 'Brioi', ou seja, a BR-101. 


Pegamos a estrada em boas condições de trefegabilidade e com um precinho agradável de pedágio... Há muitos controladores de velocidade (que funcionam!). A estrada é a mesma, mas após o Mampituba ela se transforma em outra. Realmente nosso Estado deixa muito a desejar em diversas questões... (ok, eu sei que a responsabilidade é federal, DNIT, mas não sei o porquê de ser tão diferente no lado catarinense...).


 No caminho, passamos pelo Parque Eólico de Osório e pela construção da ponte de Laguna.





 Almoçamos em Florianópolis e seguimos viagem até São Francisco do Sul, onde chegamos ao cair da noite. Dois dias depois, seguimos para Curitiba, pela mesma BR-101. De Estrela a Curitiba são cerca de 850km. Mais o que rodamos para acessar São Francisco do Sul e Ponta Grossa, creio que rodamos cerca de 2.000 km ao todo.