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domingo, 24 de julho de 2016

Parque Güell - Barcelona/ES



O Park Güell foi construído por Gaudí para ser um condomínio. Era proprietário das terras e encomendou a obra o empresário Eusebi Güell. A obra começou em 1900 e terminou em 1914, revelando-se um fracasso comercial.

Em 1922, a área foi vendida ao município de Barcelona, que transformou a área em parque público em 1922. Integra a lista do Patrimônio da Humanidade da UNESCO desde 1984.

Uma parte do parque é possível de ser visitada gratuitamente. Mas para ver de perto das obras de Gaudí há que se pagar ingresso. E outro diferente para visitar a casa em que ele morou.


Dentre as marcas registradas de Barcelona, estão estes bancos em mosaico colorido, sem linhas retas e com coletores de água da chuva. Certamente, um avanço ecológico para a sua época. Aliás, no meu entender (me desculpem os arquitetos), Gaudí estava muito a frente de seu tempo.




A visão da cidade e do Mediterrâneo, mesmo com chuva, tempo encoberto, é linda.


E a figura mais popular daqui, El Drac, que fica próximo ao portão de saída.  



Como ficamos até quase o horário em que o parque fecha, conseguimos fotos sem os visitantes. Além disso, estava chuviscando, diminuindo o número de turistas que visitam o local diariamente.

Mediante agendamento prévio, é possível fazer visita guiada. Dentro do parque tem loja e restaurante.


Os ingressos podem ser comprados on-line ou no local. É possível baixar o mapa e roteiros sugeridos, em 7 idiomas, para o seu celular gratuitamente. Basta clicar aqui.

Mais um sonho realizado: conhecer o Park Güell e El Drac. Barcelona é demais!



domingo, 26 de junho de 2016

La Pedrera de Gaudí (Casa Milà) - Barcelona/ES


Que a Casa Milà, também conhecida como La Pedrera (por sua aparência externa), é a cara de Barcelona, todo mundo sabe. Assim como ela,  todas as outras importantes obras do Gaudí, o mais famoso arquiteto catalão, também logo identificam essa intensa e pulsante cidade.

O prédio, construído entre 1906 e 1912 para Roger Segimon de Milà, é realmente diferenciado, pois não possui nenhuma linha reta e isso impressiona. Atualmente abriga a Fundación Catalunya-La Pedrera e funciona como um centro cultural, totalmente acessível. Em 1984, foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO por seu valor excepcional. Parece muito mais uma escultura do que um prédio de apartamentos.





O ingresso não é barato (20,50 euros com audioguia em português), mas vale cada centavo. Detalhe: vá com tempo para desfrutar de tanta informação (ficamos 3h lá dentro). Logo na entrada, a gente se depara com o interior do prédio, que leva luz natural a todos os apartamentos. Sobe-se por uma escada ou por elevadores até o topo, sendo que no terraço estão as famosas chaminés disformes que, segundo Gaudí, eram mais adequadas para a saída de ar.






A vista de Barcelona também é única a partir do terraço, especialmente da Sagrada Família. Em razão do volume de visitantes, é quase impossível tirar uma foto sem que alguém apareça...



Dizem que Gaudí se utilizou das garrafas de champagne utilizadas na inauguração para cobrir essa chaminé.


 O sótão abriga uma grande exposição sobre o arquiteto e seu método de criação. As fotos não estão legais em razão da mínima iluminação, mas demonstra a genialidade de Gaudí. Ele criava formas com qualquer material e depois desenhava o volume a partir de um espelho. Também buscava muita inspiração na natureza. Assim, os arcos utilizados para sustentar o sótão assemelham-se ao esqueleto de uma cobra.






Gaudí desenhou tudo para este prédio, sempre buscando a funcionalidade. Note que os dedos se encaixam perfeitamente nesta maçaneta.


Desenhou o piso imitando um caracol.


Desenhou os móveis e tudo mais o que se encontra no interior do apartamento que se visita. Impressiona sua genialidade, tanto no conjunto da obra, como nos seus detalhes.



Não tem como não se surpreender, se apaixonar, se encantar com tamanha grandiosidade, com tamanha genialidade. Gaudí é a cara de Barcelona! Definitivamente!

Amo Gaudí e sua obra!

Quer saber mais? O post do blog Quatro Cantos do Mundo está bem completo. Espia lá! 



sábado, 18 de junho de 2016

Roteiro a pé por Eixample e suas belas casas - Barcelona


Barcelona te inspira. A frase perfeita para essa linda e pulsante cidade. 

Como contei aqui, esqueci em casa todo o roteiro que eu tinha preparado. Daí fui ao Centro de Informações Turísticas e peguei este guia com muitas sugestões de passeios:


Escolhemos esse roteiro por L'Eixample porque queríamos terminar o dia em La Pedrera e esse roteiro nos levava até lá. E fomos andando, sem pressa, sem tempo, apenas curtindo o caminho, observando a belíssima arquitetura da região e nos divertindo.






Um dos detalhes que mais nos chamou a atenção foi a presença da bandeira e do idioma catalão em todos os lugares. Veja no detalhe da foto abaixo.


A Passagem Permayer é uma das joias do bairro. As casas são pós-românticas, precedidas de jardins.





Visitamos o Mercado de la Concepció, também. Mas já estava mais para fechado do que para aberto. Tanto que não conseguimos almoçar ali.




 Depois passamos pelo belíssimo prédio do Conservatório Superior Municipal de Música de Barcelona. A fachada é de cerâmica policromada.


A fome apertou e entramos nessa Boulangery para comer algo.



 Presenciamos essa linda cena: um cachorro andando de lambreta com sua dona. Só em Barcelona, mesmo! Ela, inclusive, morou no Brasil durante um tempo.



 Nessa esquina da Carrer Mallorca, são três casas lindas: a Casa Montaner, uma obra de Domènech e Montaner, com fachada em cerâmica policromada.


Na outra esquina, a Palau Casades. Tem estilo pompeiano e, atualmente, abriga o Colégio de Advogados:


E, ainda, a Casa Thomas, outra obra de Domènech Montaner:


Todas as esquinas de Eixample são iguais: os prédios são chanfrados. Fica muito lido.

Antes do nosso destino, passamos pela Casa Terrades ou Casa de les Punxes, uma obra de Puig e Cadafalch. Tem estilo modernista com ares medievais. Muito ladrilho foi usado.




 E chegamos ao nosso destino, a La Pedrera, de Gaudí, tema do próximo post:


Finalizando este roteiro, as casas Battló, de Gaudí, e a Amatller, de Puig e Cadafalch:


Neste roteiro, à exceção do almoço e do ingresso na La Pedrera, não gastamos nada. É possível se viajar barato, sim! Basta querer.