domingo, 10 de agosto de 2014

GRU: tomadas para carregar equipamentos eletrônicos


Em tempos de muitos gadgets eletrônicos, quem não é refém de tomada em qualquer lugar para carregar os seus? Pois é, no Aeroporto de Guarulhos, já na sala de embarque, há tomadas individuais para cada assento, o que facilita, e muito, a vida do viajante.

Detalhe: essa sala é a do embarque internacional, que foi aberta para embarque nacional, em razão do número de aeronaves no pátio. Em outros locais, há as torres de tomadas, em que as pessoas acabam se amontoando ao redor para poder recarregar seus equipamentos. 

Ponto para o GRU!



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Litoral de Pernambuco e de Alagoas em 5 dias: é possível?



Essa viagem simplesmente aconteceu: após um período de mudança por que passei, ainda tinha uns dias de férias e me dei conta que eu não tinha - e precisava muito, muito, muito - de uma toalha de filé para a minha mesa da cozinha. Imediatamente comecei a pensar em quem estaria de viagem para o Nordeste para me trazer a encomenda. E lembrei de uma amiga que iria para o Recife para cumprir um compromisso particular.

Imediatamente entrei em contato com ela e, ao verificar o roteiro dela, vi que se encaixava per-fei-ta-men-te nos meus últimos dias férias. Resolvi ir junto e buscar a toalha que queria.

Como os pais dela iriam também e a ideia era alugar um carro, a viagem teria de ser de mochila. Ainda bem que lá faz verão, né? Pela primeira vez na vida viajei assim:

 

 Óbvio que o chimarrão não poderia faltar. Mas era só um por dia, pois não tinha como levar mais erva-mate. Melhor isso do que ficar 5 dias sem tomar um! :)

Uma das melhores sensações foi descer do avião e não ter que ficar esperando a bagagem na esteira, sem ter a certeza se ela virá ou não! Liberdade total!

Saí de Porto Alegre no dia 06 de março de 2014, rumo à capital de Pernambuco. Já cheguei lá ao cair da tarde, tendo me juntado aos amigos que já estavam lá desde o dia anterior.

No Recife, a gente se hospedou em um hotel simples na Praia da Boa Viagem, perto do mar, na principal avenida. O hotel está em reformas, imagino. A aparência não era das melhores, mas os quartos até eram bons, o ar funcionava e tal. Entretanto, lençois e toalhas não eram das melhores e o atendimento muito ruim, assim como o sinal da internet, que só funcionava na portaria! E hotel sem internet wi-fi definitivamente não dá, né? O café da manhã era razoável. Isso é que dá querer economizar... Por outro lado, fiquei menos de 12h lá. Então não dá p reclamar, né? Mas também não indico!

Cumprida a agenda, entramos no carro e seguimos rumo ao sul. Nosso destino, naquela sexta-feira (07/03/14), era Porto de Galinhas. Fazia 12 anos que eu estivera lá com essa mesma amiga e tinha muita vontade de voltar. Depois de um belo dia de praia, a hospedagem foi na Pousada Recanto do Cajá, que vai ganhar post próprio. 



No sábado, 08, seguimos para Alagoas pela PE-38 e depois pela PE-60. Quando se entra no Estado de Alagoas, a estrada passa a se chamar BR-101. Por ela seguimos rumo ao sul até chegarmos em Maragogi, onde decidimos almoçar.


Naquele dia, ainda, tínhamos por objetivo visitar a Praia do Patacho, considerada a 5ª praia mais bonita do Brasil, segundo o Guia Quatro Rodas. Para chegarmos lá, atravessamos de balsa o Rio Manguaba.

 


 Ao entardecer, chegamos ao nosso destino, Porto da Rua, onde ficamos hospedados na Pousada das Acácias, que estava sem sinal de telefone e, por consequência, de internet havia dois dias... Mas nada é tão ruim que não possa piorar... Contarei na sequência como foi o nosso pernoite noite por aqui...


Para o domingo, 09/03, prevíramos a volta para Pernambuco. Nosso objetivo era Olinda, onde pernoitaríamos. A estrada, com alguns buracos e muito movimentada, era linda em alguns momentos. Sim, voltamos pelo mesmo caminho. Era o mais rápido.



Chegamos à noite em Olinda. Sim, eu sei que são pouco mais de 200 km, mas a gente estava de férias e curtindo os recantos por que passamos. Entramos em todas as praias cujas placas nos instigaram a conhecer. Paramos em bancas na beira da estrada e nelas compramos frutas, sequilhos, cocadas, etc.

Não tínhamos muita programação e nem compromisso com horário. Sabíamos, apenas, que na segunda-feira de tarde tínhamos que estar no aeroporto de Guararapes para voltarmos à realidade.

Curtimos cada uma das praias e dos vilarejos que conhecemos. Não havia ninguém cobrando tempo de visita ou horário de reembarque. Estávamos por conta. E que maravilha é poder viajar assim...

Abaixo o nosso roteiro com as praias que visitamos, imagem e rota traçada no Google Earth. Porém esta ferramenta não reconhece travessias de balsa. Então, no mapa abaixo está em vermelho o que efetivamente fizemos, deixando de lado a 'alça' proposta pelo aplicativo.





Acompanhe nos próximos posts um pouco mais dessa aventura, que foi curta, porém intensa!

E a toalha de filé? Ah, já vais descobrir se ela coube ou não na mochila.

Até mais!


domingo, 27 de julho de 2014

Álbuns de Viagens: você faz?


Em tempos de internet e de foto digital, como você organiza suas fotos de viagem? Sim, eu sou completamente neurótica ('deusulivre' eu perder uminha só!). Além disso, eu gosto de manusear as fotos em álbuns devidamente organizados (sim, eu sou chata!).

Antes eu viajava (todos nós viajávamos) com máquinas de fotografia daquelas de filme, que depois tinha que mandar revelar e ficar torcendo que as fotos tivessem ficado boas. Então se pensava antes de fazer a foto e não se fotografava tudo o que se via. Cheguei ao ponto de viajar com 3 (sim, você leu certo: três!) câmeras: uma canon e duas mais simples, sendo que numa ia filme normal e na outra ia filme P&B. E cada rolo de filme era devidamente numerado e anotado e era uma confusão... Às vezes, no melhor da viagem, acabava a bateria, como aconteceu no Cruce da Cordilheira, quando começou a nevar...

Bariloche - tecido e cola colorida


Mas eu estou falando de álbuns e não de fotos! Com as câmeras digitais eu fotografo muito mais. Uma viagem de 10/12 dias me rende umas 3.000 fotos. Claro que material bruto, sem qualquer seleção. Põe-se no computador e nunca mais se olha, não é mesmo? Até porque ninguém tem saco (eu não tenho!) de ficar passando as fotos ali no automático e contando da viagem para quem quiser ver...

Viagem a Buenos Aires para o show La Fiesta - Papel Machê, executado por Rosane Rosa.

Então, eu sigo montando meus álbuns de fotografia de viagem. Faço uma boa seleção que narre o mínimo do que foi vivenciado. Geralmente entre 300 e 400 fotos. Imprimo via internet, porque é mais barato. E depois monto meu álbum, fazendo uma mistura com scrapbook, pois guardo todos os cartões de embarque, tíquetes, ingressos, mapas, etc. para colocar no álbum. Depois, produzo as capas. Já usei tecido, papel machê, técnica de pintura de envelhecimento, etc.


Dá trabalho? Sim! E muito! Mas o resultado é muito legal, pois em cada foto, além de contar como foi a nossa viagem, eu falo sobre a história do lugar visitado. Segundo minha mãe, meus álbuns são umas enciclopédias... hahahahaha

Estes do Peru eu trouxe de Cusco. Mas faltou um...

Assim, consigo mostrar àqueles que não tem a mesma oportunidade de viajar os lugares que conheci. Se a pessoa se interessar, pode ler o que está escrito; caso contrário, olha as figuras. E assim eu não preciso ficar sentada na frente do computador passando - e contando - cada foto daquelas 3.000 de que falei no início.




Em viagens mais curtas, tenho utilizado o fotobook. Também fica legal. Mas para viagens grandes, nada como o bom e velho álbum.

As fotos digitais, depois de organizadas, numeradas e identificadas, gravo em HD externo e em DVD para tentar, ao menos, garanti-las, já que já vi muita gente perder tudo porque o computador ou notebook estragou.

Ah, e procuro não viajar sem estar com os álbuns anteriores prontos. Ou pelo menos encaminhados.

E você, como organiza suas fotos? Conte para mim.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bistrot Brillat - Gramado/RS



Se tem um lugar em Gramado que é o centro cosmopolita é a Rua Coberta. Ali todo mundo se encontra. Se é época de Festival de Gramado, é o corredor do tapete vermelho até o Palácio do Festival, por desfilam os atores e os convidados. E onde tem gente bonita desfilando, tem de ter bons restaurantes e cafés. Sou fã do Bistrot Brillat, que já completou 10 anos. Além de um excelente menu, tem um especial para crianças, também. Aproveite e deguste a cerveja local, Rasen Beer. Ah, e não se preocupe se estiver muito frio (às vezes neva em Gramado), porque há um sistema de calefação que deixa o clima mais ameno.


Adoro esse carré de cordeiro ao molho de frutas vermelhas com tortelones de espinafre. Abaixo, o menu kids, que pode ser com filé ou frango.



 Certamente iremos lá na nossa próxima ida a Gramado.


Viva Gramado!



domingo, 20 de julho de 2014

Gramado Zoo - Gramado/RS


O Gramadozoo é mais do que um zoológico, é um centro de pesquisa e de educação ambiental. Fica em Gramado, na saída para Taquara, bem fácil de encontrar. Lá a organização e limpeza são extremas. Você poderá ver diversos animais, todos muito bem cuidados. 

  

                        

 Desde a rua já se houve o alarido dos papagaios e caturritas.



 Essa aí da foto é Pátria Amada!


Há a parte de felinos, também. Sempre ao lado há uma placa com informações acerca dos animais que você está vendo.





Para saber o preço do ingresso, clique aqui.



                       

 


Essa fofura aí nasceu em cativeiro. Não é lindo?



Em não havendo transporte público, você vai precisar de carro para chegar até o zoológico. Lá tem estacionamento (pago), tem lanchonete, lojinha e banheiros limpos. As crianças vão adorar!